Problema do PSDB se chama Aécio, diz colunista do G1
Jornalista Hélio Gurovitz afirma que o racha interno do PSDB tem "nome e sobrenome: Aécio Neves"; "Ele pode ter sido poupado pelo Conselho de Ética e pelo plenário do Senado, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e adulado pelos ministros que pretendem ficar no governo Michel Temer. Mas não, Aécio não pode ser poupado pelos fatos"; para ele, o que importa é manter a todo o custo a aliança com Temer, eleger Perillo e tentar manter o foro privilegiado no ano que vem; "Para isso, considera até descer um degrau na hierarquia política e candidatar-se a deputado federal. O resto é secundário", afirma
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247 - Para o jornalista Hélio Gurovitz, o racha interno do PSDB tem "nome e sobrenome: Aécio Neves". "Ele pode ter sido poupado pelo Conselho de Ética e pelo plenário do Senado, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e adulado pelos ministros que pretendem ficar no governo Michel Temer. Mas não, Aécio não pode ser poupado pelos fatos", afirma.
Em artigo publicado no portal G1, Gurovitz destaca que Aécio "pediu R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista" e que "o dinheiro foi entregue a seu primo numa operação controlada da Polícia Federal (PF) autorizada pela Justiça, sua irmã (e operadora) Andréa foi presa, mediante provas abundantes de corrupção".
O jornalista destaca que ao invés de ser cassado pelo Senado, o PSDB "passou a mão na cabeça do senador" "com a benção do STF". "Ele aceitou deixar a Presidência do partido. A legenda rachou. Não por causa do futuro – a escolha do candidato à Presidência em 2018. Mas por causa do interesse imediato de Aécio – manter a aliança com Temer para garantir no Senado os votos que o livrassem das garras da Justiça", ressalta.
"Uma vez na presidência interina, Tasso tentou resgatar um pouco da credibilidade perdida com um programa de TV levado ao ar em agosto. O partido fazia uma espécie de mea culpa contrito. Admitia não ter estado à altura das expectativas éticas. Mas sem entrar em detalhes ou reconhecer crimes específicos. A reação interna foi feroz", relembra.
"Ao tirar ontem Jereissati da presidência interina, de modo arbitrário e sem as consultas de praxe, pôs outra vez seu interesse pessoal adiante do partidário. Para ele, o que importa é manter a todo o custo a aliança com Temer, eleger Perillo e tentar manter o foro privilegiado no ano que vem. Para isso, considera até descer um degrau na hierarquia política e candidatar-se a deputado federal. O resto é secundário", afirma.
Leia a íntegra do artigo.
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