PML: Mercado de Notícias é bom de ver e de pensar

Filme de Jorge Furtado "evita a simplificação e o pedantismo", na avaliação de Paulo Moreira Leite; segundo o jornalista, o filme, que combina ficção dramática e documentário com a entrevista de 13 jornalistas brasileiros, "nada contra a correnteza das banalidades convencionais para discutir o ponto político essencial: por que o jornalismo deixou de mostrar o país e o mundo em que vivemos?"; leia crítica em seu blog no 247

Filme de Jorge Furtado "evita a simplificação e o pedantismo", na avaliação de Paulo Moreira Leite; segundo o jornalista, o filme, que combina ficção dramática e documentário com a entrevista de 13 jornalistas brasileiros, "nada contra a correnteza das banalidades convencionais para discutir o ponto político essencial: por que o jornalismo deixou de mostrar o país e o mundo em que vivemos?"; leia crítica em seu blog no 247
Filme de Jorge Furtado "evita a simplificação e o pedantismo", na avaliação de Paulo Moreira Leite; segundo o jornalista, o filme, que combina ficção dramática e documentário com a entrevista de 13 jornalistas brasileiros, "nada contra a correnteza das banalidades convencionais para discutir o ponto político essencial: por que o jornalismo deixou de mostrar o país e o mundo em que vivemos?"; leia crítica em seu blog no 247 (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Estreou na última quinta-feira 7, em dez cidades, o filme "O mercado de notícias", de Jorge Furtado. Na crítica de Paulo Moreira Leite, publicada em seu blog no 247, uma obra que "evita a simplificação e o pedantismo" ao tratar do jornalismo brasileiro.

Em uma combinação de ficção dramática e documentário, com a entrevista de 13 jornalistas brasileiros, o filme, segundo PML, "vai ao fundo da questão ao retratar a construção da notícia como mercadoria – esse ente intercambiável, que se reproduz, se compra e se vende".

Paulo Moreira Leite acrescenta: a obra "nada contra a correnteza das banalidades convencionais para discutir o ponto político essencial: por que o jornalismo deixou de mostrar o país e o mundo em que vivemos?".

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Leia a íntegra da crítica em "Mercado de notícias" é bom de ver e de pensar

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