PF acusa Duvivier de orientar hacker de Araraquara

No relatório final sobre a operação Spoofing, a Polícia Federal acusou o humorista e escritor Gregório Duvivier de trocar mensagens com o hacker Walter Delgatti Neto e de orientá-lo a invadir os celulares do governador Wilson Witzel, do juiz Marcelo Bretas e de “chefões da Globo”



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247 - No relatório final sobre a operação Spoofing, a Polícia Federal acusou o humorista e escritor Gregório Duvivier de trocar mensagens com o hacker Walter Delgatti Neto e de orientá-lo a invadir os celulares do governador Wilson Witzel, do juiz Marcelo Bretas e de “chefões da Globo”.

“Walter diz que ‘tem bastante’ e que ‘pega 50 por dia e acaba não lendo’. Diz que pegou muita gente da Globo que não havia ‘pegado’ o aplicativo do Bonner, porém não havia mensagens porque era tudo apagado, sendo que ‘muita gente’ tinha o costume de apagar as mensagens”, diz trecho do relatório, divulgado pelo site O Antagonista

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Segundo a PF, “Gregório ainda sugere nomes como Ali Kamel, Carlos Henrique Schroeder e afirma que ‘isso poderia ser bem forte’, bem como fala que Witzel e Bretas poderiam ser alvos”. “Witzel e Bretas seria legal tb”. 

Em depoimento à PF, Gregório Duvivier alegou que “em nenhum momento solicitou ou sugeriu ao hacker que invadisse a conta de Telegram de qualquer pessoa, tendo apenas perguntado por curiosidade, se ele tinha em seu material conteúdo de contas do Telegram já baixados de uma série de pessoas conhecidas”.

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