Petição entregue a Lewandowski pede nulidade do impeachment

Documento protocolado na manhã desta quarta-feira 24 no gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que conduz essa fase do processo de impeachment, pede a nulidade do julgamento; petição foi elaborada por cinco cidadãos brasileiros: os jornalistas Fernando Morais, José Trajano (fotos) e Alipio Viana Freire, e os acadêmicos Laymert Garcia dos Santos e Stella Maris de Freitas Senra

Documento protocolado na manhã desta quarta-feira 24 no gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que conduz essa fase do processo de impeachment, pede a nulidade do julgamento; petição foi elaborada por cinco cidadãos brasileiros: os jornalistas Fernando Morais, José Trajano (fotos) e Alipio Viana Freire, e os acadêmicos Laymert Garcia dos Santos e Stella Maris de Freitas Senra
Documento protocolado na manhã desta quarta-feira 24 no gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, que conduz essa fase do processo de impeachment, pede a nulidade do julgamento; petição foi elaborada por cinco cidadãos brasileiros: os jornalistas Fernando Morais, José Trajano (fotos) e Alipio Viana Freire, e os acadêmicos Laymert Garcia dos Santos e Stella Maris de Freitas Senra (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Uma petição intitulada "remedius iuris" e pedindo a nulidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff foi protocolada na manhã desta quarta-feira 24 no gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.

O documento denuncia as ilegalidades e os abusos de poder praticados durante o processo no Congresso Nacional. A elaboração é dos jornalistas José Trajano, Alipio Viana Freire e Fernando Morais, e dos acadêmicos Laymert Garcia dos Santos e Stella Maris de Freitas Senra.

Lewandowski é o responsável por conduzir essa fase do impeachment. Ele presidiu a última sessão do Senado sobre o caso, em que foi votada – e aprovada – a pronúncia. O julgamento é retomado nesta quarta-feira, quando começam a ser ouvidas as testemunhas de defesa e acusação. Dilma irá ao Senado no dia 29.

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Leia aqui a íntegra do documento.

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