Perseguição a Eduardo Guimarães teve caráter ideológico
Documentos da Polícia Federal relacionados à investigação que levou à condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, que foram tornados públicos nesta quinta-feira 23 após o juiz Sergio Moro determinar o fim do sigilo do caso, apontam como uma das bases para a investigação curtidas da auditora fiscal Rosicler Veigel pelas publicações do jornalista Fernando Morais, que fazia críticas à Lava Jato e ao juiz Sergio Moro; apesar de afirmar que as posições do jornalista não tinham "qualquer pertinência" para a investigação, a PF pontua duas vezes que suas publicações nas redes sociais são "desrespeitosas" com a operação
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247 - A investigação que resultou num mandado de condução coercitiva contra o blogueiro Eduardo Guimarães por determinação do juiz Sergio Moro nessa semana teve caráter ideológico.
De acordo com documentos da Polícia Federal relacionados ao caso, tornados públicos nesta quinta-feira 23 após Moro determinar o fim do sigilo do processo, uma das bases para a investigação são curtidas da auditora fiscal Rosicler Veigel em publicações do jornalista Fernando Morais críticas à Lava Jato e ao juiz, informa reportagem de Gabriela Sá Pessoa.
Apesar de afirmar que as posições do jornalista não tinham "qualquer pertinência" para a investigação, a PF pontua duas vezes que suas publicações nas redes sociais são "desrespeitosas" com a operação. Para a PF, o fato de Rosicler seguir a página de Morais no Facebook seria um indício de sua motivação para vazar documentos para Eduardo Guimarães sobre a condução coercitiva do ex-presidente Lula.
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