Paulo Guedes: Temer deixa as maldades para depois da interinidade

‘Está configurada a estratégia de Temer. Até o enterro da presidente afastada, “bondades” calculadas como o reajuste dos servidores públicos e nenhuma “maldade” que possa ameaçar de fratura sua base de sustentação parlamentar. Aprovado o impeachment, seriam encaminhadas ao Congresso propostas de emendas constitucionais que permitissem o controle do crescimento das despesas federais, como uma nova idade mínima para a aposentadoria’, diz o colunista Paulo Guedes 

‘Está configurada a estratégia de Temer. Até o enterro da presidente afastada, “bondades” calculadas como o reajuste dos servidores públicos e nenhuma “maldade” que possa ameaçar de fratura sua base de sustentação parlamentar. Aprovado o impeachment, seriam encaminhadas ao Congresso propostas de emendas constitucionais que permitissem o controle do crescimento das despesas federais, como uma nova idade mínima para a aposentadoria’, diz o colunista Paulo Guedes 
‘Está configurada a estratégia de Temer. Até o enterro da presidente afastada, “bondades” calculadas como o reajuste dos servidores públicos e nenhuma “maldade” que possa ameaçar de fratura sua base de sustentação parlamentar. Aprovado o impeachment, seriam encaminhadas ao Congresso propostas de emendas constitucionais que permitissem o controle do crescimento das despesas federais, como uma nova idade mínima para a aposentadoria’, diz o colunista Paulo Guedes  (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o colunista Paulo Guedes, Michel Temer deixa as maldades para depois da interinidade: ‘Está configurada a estratégia de Temer. Até o enterro da presidente afastada, “bondades” calculadas como o reajuste dos servidores públicos e nenhuma “maldade” que possa ameaçar de fratura sua base de sustentação parlamentar. Aprovado o impeachment, seriam encaminhadas ao Congresso propostas de emendas constitucionais que permitissem o controle do crescimento das despesas federais, como uma nova idade mínima para a aposentadoria’, diz.

Segundo ele, com gastos públicos da ordem de 45% do PIB, a medida inaugural de reajustes do funcionalismo sinaliza juros elevados, mais impostos, reindexação salarial, inércia inflacionária e maior taxa de desemprego. A esperteza política compromete a credibilidade do governo na defesa do ajuste fiscal.

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