'Para Planalto, cresceu chance de Cunha aceitar pedido de impeachment'

Segundo o colunista Kennedy Alencar, "nos últimos dias, o peemedebista se aproximou novamente da oposição, que está deixando em segundo plano as acusações de corrupção contra ele”; diz ainda que o Planalto deverá estimular um deputado federal do PT a recorrer ao STF para considerar inconstitucional um pedido de impeachment, alegando que não há prova jurídica

Segundo o colunista Kennedy Alencar, "nos últimos dias, o peemedebista se aproximou novamente da oposição, que está deixando em segundo plano as acusações de corrupção contra ele”; diz ainda que o Planalto deverá estimular um deputado federal do PT a recorrer ao STF para considerar inconstitucional um pedido de impeachment, alegando que não há prova jurídica
Segundo o colunista Kennedy Alencar, "nos últimos dias, o peemedebista se aproximou novamente da oposição, que está deixando em segundo plano as acusações de corrupção contra ele”; diz ainda que o Planalto deverá estimular um deputado federal do PT a recorrer ao STF para considerar inconstitucional um pedido de impeachment, alegando que não há prova jurídica (Foto: Roberta Namour)


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247 - Na avaliação do Palácio do Planalto, cresceu a possibilidade de o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitar um pedido de abertura de impeachment. É o que afirma o colunista Kennedy Alencar. “Nos últimos dias, o peemedebista se aproximou novamente da oposição, que está deixando em segundo plano as acusações de corrupção contra ele”, disse.

Nesta quarta-feira, Cunha recebeu um novo pedido de impedimento da presidente Dilma Rousseff assinado pelos advogados Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr.

Segundo ele, o Planalto se prepara para agir em duas frentes: Deverá estimular um deputado federal do PT a recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) para considerar inconstitucional um pedido de impeachment, alegando que não há prova jurídica de crime de responsabilidade da presidente; a segunda frente de ação é reunir votos na Câmara para derrotar a oposição caso falhe a estratégia via STF (leia mais).

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