Para Gaspari, golpismo pode avançar em 2016
Jornalista traz o "calendário hipotético da crise", prevendo, em um plano "engenhoso" de quem não quer que a presidente Dilma conclua seu mandato, que, caso ela caia, o presidente da Câmara assuma e convoque nova eleição, a disputa pode coincidir com a municipal, provocando uma "tempestade eleitoral, com a escolha de um novo presidente, cinco mil prefeitos e 60 mil vereadores"
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247 – Em sua coluna deste domingo, o jornalista Elio Gaspari traz o que chama de "calendário hipotético da crise", em uma previsão de que o golpismo avance e haja um novo pleito em 2016.
No plano "engenhoso" de quem não quer que a presidente Dilma Rousseff conclua seu mandato, Gaspari coloca que, caso ela e o vice, Michel Temer, sejam cassados pelo TSE, o presidente da Câmara assume e precisa convocar nova eleição em 90 dias.
Se a sentença da Justiça Eleitoral sair em maio, a eleição deve ocorrer em agosto. Se sair em julho, pode coincidir com a disputa municipal, em outubro. "Nesse caso, ocorreria uma tempestade eleitoral, com a escolha de um novo presidente, cinco mil prefeitos e 60 mil vereadores", observa.
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