Os bastidores da viagem de Dilma à Argentina

"A liderança de Dilma entre os hermanos não foi arranhada com o seu impeachment. Nas ruas de Buenos Aires todos a tratavam com reverência", relata o jornalista Renato Rovai, editor da Fórum

Dilma Rousseff e Cristina Kirchner
Dilma Rousseff e Cristina Kirchner (Foto: Leonardo Attuch)


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Por Renato Rovai, na revista Fórum – Eram aproximadamente 23h30 da segunda-feira, 30 de abril, quando a ex-presidenta Dilma adentrou ao Café do Meliá do bairro da Recoleta, hotel no qual ficou hospedada durante a sua permanência em Buenos Aires. Chegou falante e animada, contando que a viagem tinha sido agitada e com muita turbulência.

Entre outros, já estavam ali conversando há algum tempo, o secretário-geral da Clacso, Pablo Gentili, o ex-ministro Aloísio Mercadante, e o reitor da Universidad Metropolitana para la Educación y el Trabajo (UMET), Nicolás Trotta, e o repórter. Depois de Dilma, chegaram os advogados que vieram para Buenos Aires lançar os livros sobre o processo de Lula.

O papo antes de a ex-presidenta chegar era quase que totalmente político. Entre outras coisas, falava-se dos momentos que antecederam o impeachment e dos erros e acertos de algumas decisões. Também se conversava sobre o fato de se manter ou não a candidatura Lula até o final ou se a aliança com Ciro podia ser um caminho para a centro-esquerda retornar ao governo.

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