Organizações pedem que ONU condene ataque de Bolsonaro a jornalistas
Texto enviado à ONU afirma que "o presidente Bolsonaro trata a imprensa e os jornalistas como seus inimigos" e que “jornais foram proibidos de cobrir viagens presidenciais”
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247 - Em Genebra, organização brasileira de direitos humanos, Conectas, pediu ao Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta terça-feira, 10, que acompanhe a situação da liberdade de imprensa no Brasil e condene publicamente os ataques de Jair Bolsonaro feitos contra jornalistas.
Apoiado pelas organizações Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Artigo 19 Brasil, Instituto Vladimir Herzog e Intervozes o texto enviado ao Conselho afirma que "o presidente Bolsonaro trata a imprensa e os jornalistas como seus inimigos".
"Os ataques não são feitos apenas por meio de declarações, mas também por medidas concretas. Jornais foram proibidos de cobrir viagens presidenciais", reforça o documento, que dá atenção especial às mulheres. O discurso, que será apresentado por Gustavo Huppes, representante da Conectas, denuncia que "ataques sexistas e misóginos, com a clara intenção de prejudicar a credibilidade e intimidar as mulheres jornalistas, estão se tornando comuns e são apoiados por autoridades do governo, incluindo o próprio presidente".
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