Ombudsman aprova saída de Vera Magalhães do Painel

Em acerto com a direção da Folha, Vera Magalhães entrará em um período de licença de seis meses; mudança foi motivada pelo fato de o marido dela, Otavio Cabral, ter sido contratado como chefe da assessoria do presidenciável Aécio Neves, do PSDB; "Baixa de profissionais com sua experiência é especialmente sentida na campanha eleitoral - uma espécie de horário nobre do noticiário político -, mas a decisão foi melhor para os dois lados", escreveu Vera Guimarães Martins, ombudsman da Folha 

Em acerto com a direção da Folha, Vera Magalhães entrará em um período de licença de seis meses; mudança foi motivada pelo fato de o marido dela, Otavio Cabral, ter sido contratado como chefe da assessoria do presidenciável Aécio Neves, do PSDB; "Baixa de profissionais com sua experiência é especialmente sentida na campanha eleitoral - uma espécie de horário nobre do noticiário político -, mas a decisão foi melhor para os dois lados", escreveu Vera Guimarães Martins, ombudsman da Folha 
Em acerto com a direção da Folha, Vera Magalhães entrará em um período de licença de seis meses; mudança foi motivada pelo fato de o marido dela, Otavio Cabral, ter sido contratado como chefe da assessoria do presidenciável Aécio Neves, do PSDB; "Baixa de profissionais com sua experiência é especialmente sentida na campanha eleitoral - uma espécie de horário nobre do noticiário político -, mas a decisão foi melhor para os dois lados", escreveu Vera Guimarães Martins, ombudsman da Folha  (Foto: Roberta Namour)


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247 – A partir desta segunda-feira, a colunista Vera Magalhães vai deixar de assinar o Painel do jornal Folha de S. Paulo. Em acerto com a direção do jornal, ela, por decisão própria, entrará em um período de licença de seis meses. A mudança foi motivada pelo fato de o marido dela, Otavio Cabral, ter sido contratado como chefe da assessoria do presidenciável Aécio Neves, do PSDB.

A decisão foi aprovada por Vera Guimarães Martins, ombudsman do Folha. Segundo a jornalista, a baixa de profissionais com sua experiência é especialmente sentida na campanha eleitoral - uma espécie de horário nobre do noticiário político -, mas a decisão foi melhor para os dois lados.

“Nestes tempos em que tudo vale para desqualificar qualquer um que não reze pela mesma cartilha, abrir um flanco para contestações fáceis na principal coluna política do jornal seria criar um foco de estresse a mais, num ano que seguramente não será fácil”, disse (leia mais).

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