O sonho de Duvivier para o Brasil: democracia

Contra o golpe, colunista Gregório Duvivier descevre como um sonho o que seria "o povo no poder": “O representante que tivesse mais votos seria o "eleito" –podíamos chamar esse processo todo de "eleições". Aqueles que não fossem eleitos podiam esperar –vou chutar um tempo– quatro anos para tentar se eleger de novo. Se perdessem outra vez, esperavam por mais quatro anos. E daí por diante. Caso o representante cometesse um crime, seria deposto e convocaríamos novas eleições. Caso contrário, não"

Contra o golpe, colunista Gregório Duvivier descevre como um sonho o que seria "o povo no poder": “O representante que tivesse mais votos seria o "eleito" –podíamos chamar esse processo todo de "eleições". Aqueles que não fossem eleitos podiam esperar –vou chutar um tempo– quatro anos para tentar se eleger de novo. Se perdessem outra vez, esperavam por mais quatro anos. E daí por diante. Caso o representante cometesse um crime, seria deposto e convocaríamos novas eleições. Caso contrário, não"
Contra o golpe, colunista Gregório Duvivier descevre como um sonho o que seria "o povo no poder": “O representante que tivesse mais votos seria o "eleito" –podíamos chamar esse processo todo de "eleições". Aqueles que não fossem eleitos podiam esperar –vou chutar um tempo– quatro anos para tentar se eleger de novo. Se perdessem outra vez, esperavam por mais quatro anos. E daí por diante. Caso o representante cometesse um crime, seria deposto e convocaríamos novas eleições. Caso contrário, não" (Foto: Roberta Namour)


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247 – Diante do golpe contra o governo Dilma Rousseff, o colunista Gregório Duvivier descreve como um sonho o que seria o regime democrático com o povo no poder.

“O representante que tivesse mais votos seria o "eleito" –podíamos chamar esse processo todo de "eleições". Aqueles que não fossem eleitos podiam esperar –vou chutar um tempo– quatro anos para tentar se eleger de novo. Se perdessem outra vez, esperavam por mais quatro anos. E daí por diante. Caso o representante cometesse um crime, seria deposto e convocaríamos novas eleições. Caso contrário, não", diz.

"A parte mais louca está por vir. Ninguém teria menos direitos por ser mais pobre. Ninguém precisaria pagar para ter saúde e ninguém estaria condenado a morrer por falta de dinheiro. A expectativa de vida, nesse regime louco, não seria proporcional à conta no banco. A qualidade da escola de uma criança não dependeria do salário dos seus pais. Mulheres –imagina só– ganhariam a mesma coisa que os homens e teriam os mesmo direitos sobre o próprio corpo. Claro, também haveria mulheres no poder. Sim, inclusive ministras. Por que não?", acrescenta em outro trecho (leia aqui).

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