O príncipe de Bolsonaro e o 'governo machão'
O jornalista Mario Marona, ex-editor-chefe do Jornal Nacional, chefe da sucursal da Globo em Brasília, que trabalhou ainda no Jornal do Brasil e Band, escreve sobre o príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança, que quase foi vice de Bolsonaro, sua ideia mirabolante de invasão da Venezuela e a série de bravatas do "governo machão" em politica internacional
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De Mario Marona, em seu perfil no Facebook - O príncipe que faz o fantasma de Pedro II morrer de vergonha de novo e eternamente, a cada dia, e que quase foi vice de Bolsonaro, disse que gostaria muito que, agora, Brasil invadisse a Venezuela.
Não creio que se ofereça para comandar as tropas ou pelo menos atuar na linha de frente, mas espero que ele e o governo machão que o Brasil acaba de eleger não desistam da empreitada só porque a China, a Rússia e o Irã já disseram que interviriam em defesa da Venezuela em caso de um ataque externo ao país.
Depois de ameaçar romper comercialmente com os países árabes, o que será inevitável se o Brasil mudar a embaixada de Tel-Aviv para Jerusalém, o programa de Bolsonaro para a política externa se define rapidamente:
1. Iniciar uma guerra contra a Venezuela, a China e a Rússia.
2. Perder o maior importador de nossos produtos primários (a China).
3. Perder o maior comprador de nossas proteínas animais (os países árabes).
4. Incluir o Brasil no seleto grupo de países alvos do terrorismo internacional.
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