Noblat surta e acusa PT de tentar abafar FHC-Brasif

Colunista Ricardo Noblat diz que o PT tentara abafar o caso FHC-Brasif alegando que no governo Lula a empresa foi vendida para um grupo suíço; como se um negócio privado fosse um escândalo comparável à promiscuidade público-privada do caso FHC; “a ordem, hoje, dentro do PT é esquecer Míriam para não lembrar o negócio da Brasif com o grupo suíço. O PT e Lula já enfrentam problemas em excesso com a Lava-Jato. Não querem arranjar mais um”, diz ele 

Colunista Ricardo Noblat diz que o PT tentara abafar o caso FHC-Brasif alegando que no governo Lula a empresa foi vendida para um grupo suíço; como se um negócio privado fosse um escândalo comparável à promiscuidade público-privada do caso FHC; “a ordem, hoje, dentro do PT é esquecer Míriam para não lembrar o negócio da Brasif com o grupo suíço. O PT e Lula já enfrentam problemas em excesso com a Lava-Jato. Não querem arranjar mais um”, diz ele 
Colunista Ricardo Noblat diz que o PT tentara abafar o caso FHC-Brasif alegando que no governo Lula a empresa foi vendida para um grupo suíço; como se um negócio privado fosse um escândalo comparável à promiscuidade público-privada do caso FHC; “a ordem, hoje, dentro do PT é esquecer Míriam para não lembrar o negócio da Brasif com o grupo suíço. O PT e Lula já enfrentam problemas em excesso com a Lava-Jato. Não querem arranjar mais um”, diz ele  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Ricardo Noblat surtou ao dizer que o próprio PT prefere que o caso FHC-Brasif esfrie, alegando que no governo Lula a empresa foi vendida para um grupo suíço - como se um negócio privado fosse um escândalo comparável a promiscuidade público-privada do caso FHC.

O ex-presidente tucano foi acusado por sua ex-amante, a jornalista Miriam Dutra, de ter bancado ela e seu filho no exterior através de um contrato fictício com a Brasif.

“Jonas Barcellos, dono da Brasif, tentou vendê-la para um grupo suíço durante o segundo governo de Fernando Henrique, seu amigo. Não conseguiu. Conseguiria em março de 2006, ano da reeleição de outro amigo seu, Lula. Na época, travou-se um áspero combate no núcleo duro do PT”, diz Noblat.

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Segundo ele, a ordem, hoje, dentro do PT é esquecer Míriam para não lembrar o negócio da Brasif com o grupo suíço. “O PT e Lula já enfrentam problemas em excesso com a Lava-Jato. Não querem arranjar mais um”, afirma. Ele mesmo diz, no entanto, que senadores do partido defendem investigação sobre possíveis crimes cometidos por FHC (leia aqui).

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