Noblat: Janot não pode cercear defesa da OAS

Colunista do Globo acredita que o vazamento da delação de Léo Pinheiro não interessaria nem à defesa do empreiteiro, nem ao Ministério Público, e faz duas perguntas ao procurador-geral da República: "por que outras delações foram aceitas apesar de vazamentos prévios de informações? E por que recusar a delação da OAS se nela jamais constou menção a Toffoli?"

Colunista do Globo acredita que o vazamento da delação de Léo Pinheiro não interessaria nem à defesa do empreiteiro, nem ao Ministério Público, e faz duas perguntas ao procurador-geral da República: "por que outras delações foram aceitas apesar de vazamentos prévios de informações? E por que recusar a delação da OAS se nela jamais constou menção a Toffoli?"
Colunista do Globo acredita que o vazamento da delação de Léo Pinheiro não interessaria nem à defesa do empreiteiro, nem ao Ministério Público, e faz duas perguntas ao procurador-geral da República: "por que outras delações foram aceitas apesar de vazamentos prévios de informações? E por que recusar a delação da OAS se nela jamais constou menção a Toffoli?" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O jornalista Ricardo Noblat defende em sua coluna no Globo que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não pode cercear a defesa da OAS.

Ele se refere à suspensão, por Janot, da delação de Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira, depois de suposto vazamento da delação à revista Veja, em uma denúncia envolvendo o ministro do STF Dias Toffoli.

Noblat diz então que Janot precisa responder duas perguntas nesse episódio: "por que outras delações foram aceitas apesar de vazamentos prévios de informações? E por que recusar a delação da OAS se nela jamais constou menção a Toffoli?".

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"Se a informação publicada pela VEJA não procede por que Pinheiro e os executivos da OAS estão dispensados de delatar? Não faz sentido. E mais: é uma forma de cercear o direito de defesa de Pinheiro e dos executivos da empresa", denuncia o jornalista.

Leia aqui a íntegra.

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