Noblat: Cunha tenta nos convencer do absurdo

"Chega! Basta de detalhes e de argumentos que de tão sólidos se desmancham no ar", disse o jornalista Ricardo Noblat, sobre a defesa apresentada por Eduardo Cunha para seu dinheiro escondido na Suíça; "Eduardo precisava construir uma narrativa capaz de servir de pretexto para ser absolvido por 12 dos 21 membros do Conselho de Ética. Acha que construiu a melhor narrativa possível, a que estava ao alcance da sua e da imaginação dos advogados que o cercam. E pronto. É isso aí"

"Chega! Basta de detalhes e de argumentos que de tão sólidos se desmancham no ar", disse o jornalista Ricardo Noblat, sobre a defesa apresentada por Eduardo Cunha para seu dinheiro escondido na Suíça; "Eduardo precisava construir uma narrativa capaz de servir de pretexto para ser absolvido por 12 dos 21 membros do Conselho de Ética. Acha que construiu a melhor narrativa possível, a que estava ao alcance da sua e da imaginação dos advogados que o cercam. E pronto. É isso aí"
"Chega! Basta de detalhes e de argumentos que de tão sólidos se desmancham no ar", disse o jornalista Ricardo Noblat, sobre a defesa apresentada por Eduardo Cunha para seu dinheiro escondido na Suíça; "Eduardo precisava construir uma narrativa capaz de servir de pretexto para ser absolvido por 12 dos 21 membros do Conselho de Ética. Acha que construiu a melhor narrativa possível, a que estava ao alcance da sua e da imaginação dos advogados que o cercam. E pronto. É isso aí" (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – "A não ser os muitos ricos ou as almas caridosas, ninguém abre mão do dinheiro que tem. Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, não parece ser muito rico. Nem aquele corpo parece abrigar uma alma caridosa", diz o jornalista Ricardo Noblat. "Mas quer convencer-nos de que um dia, depois de acumular razoável fortuna, abriu mão dela. Doou-a a um fundo de investimento. E de dono passou à condição de apenas beneficiário."  

Segundo ele, a tese não fica de pé. "De resto, se fosse mesmo verdade tudo o que Eduardo conta agora na esperança de salvar-se, por que ele não contou há mais tempo?  Certamente, não teria sido alvo de tantos ataques como foi. Não teria se desgastado tanto. E, muito menos, responderia a um processo de cassação do mandato como o que acabou instalado no âmbito do Conselho de Ética da Câmara."

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Por fim, o jornalista se impacienta. "Chega! Basta de detalhes e de argumentos que de tão sólidos se desmancham no ar", diz ele. "Eduardo precisava construir uma narrativa capaz de servir de pretexto para ser absolvido por 12 dos 21 membros do Conselho de Ética. Acha que construiu a melhor narrativa possível, a que estava ao alcance da sua e da imaginação dos advogados que o cercam. E pronto. É isso aí."

 

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