Noblat: cabe ao Estado estimular o sexo seguro, sem meter Deus no meio
Em sua coluna publicada na Veja, o jornalista Ricardo Noblat critica a campanha de abstinência sexual lançada pelo ministério dos Direitos Humanos, comandado por Damares Alves. "Cabe ao Estado prover as necessidades básicas dos cidadãos como manda a Constituição", escreveu o colunista
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247 - Em sua coluna publicada na Veja, o jornalista Ricardo Noblat critica a campanha de abstinência sexual lançada pelo ministério dos Direitos Humanos, comandado por Damares Alves. "Cabe ao Estado prover as necessidades básicas dos cidadãos como manda a Constituição. Reduzir a gravidez entre os adolescentes e as doenças sexuais, instrui-los corretamente sobre métodos anticoncepcionais, taokey. Mas em nome da saúde pública, não de Deus. Muito menos movido pelo propósito de fidelizar o voto religioso de olho nas próximas eleições", escreveu o colunista.
"A Bolsonaro, muito menos a Damares, os brasileiros concederam por meio do voto o mandato para pôr sua suposta fé como condutora de políticas públicas. Fosse assim, Bolsonaro estaria em dívida por ter prometido que combateria sem tréguas a corrupção e desistido mais tarde, sabe-se lá por quê. Ou melhor: estamos cansados de saber, não é mesmo?", complementou.
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