Noblat abre o jogo e diz que Globo quer Indiretas Já para o pós-Temer

Jornalista Ricardo Noblat abriu o jogo e cravou no Twitter: "O Globo quer eleição pelo congresso"; jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que "nunca antes na história deste país viu-se uma exibição pública de jornalista defendendo seu patrão"; "O Globo quer um presidente escolhido sem o voto do povo porque os seus donos sempre desprezaram o voto popular, a vontade de quem consideram uma malta de incapazes. O que não obriga seus jornalistas a assumirem a posição patronal, embora alguns possam até fazê-lo, como não é raro", diz; confira a análise e a íntegra do post de Noblat

Jornalista Ricardo Noblat abriu o jogo e cravou no Twitter: "O Globo quer eleição pelo congresso"; jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que "nunca antes na história deste país viu-se uma exibição pública de jornalista defendendo seu patrão"; "O Globo quer um presidente escolhido sem o voto do povo porque os seus donos sempre desprezaram o voto popular, a vontade de quem consideram uma malta de incapazes. O que não obriga seus jornalistas a assumirem a posição patronal, embora alguns possam até fazê-lo, como não é raro", diz; confira a análise e a íntegra do post de Noblat
Jornalista Ricardo Noblat abriu o jogo e cravou no Twitter: "O Globo quer eleição pelo congresso"; jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que "nunca antes na história deste país viu-se uma exibição pública de jornalista defendendo seu patrão"; "O Globo quer um presidente escolhido sem o voto do povo porque os seus donos sempre desprezaram o voto popular, a vontade de quem consideram uma malta de incapazes. O que não obriga seus jornalistas a assumirem a posição patronal, embora alguns possam até fazê-lo, como não é raro", diz; confira a análise e a íntegra do post de Noblat (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço 

 

noblatdacasa

 

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Nunca antes na história deste país viu-se uma exibição pública de jornalista defendendo seu patrão com a que fez hoje, no Twitter, Ricardo Noblat.

O Globo quer um presidente escolhido sem o voto do povo porque os seus donos sempre desprezaram o voto popular, a vontade dquem consideram uma malta de incapazes.

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O que não obriga seus jornalistas a assumirem a posição patronal, embora alguns possam até fazê-lo, como não é raro.

Mas quem fala pela empresa, formalmente, são seus editoriais e não seus profissionais, embora todos saibamos que frequentemente o fazem, de maneira informal.

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Quando se assumem arautos da vontade do patrão, a coisa vai muito mal.

Mesmo deixando de lado o aspecto do caráter de quem faz isso, a traição é, sobretudo, ao leitor, a quem se apresenta uma falsidade.

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Não é a “esquerda” que deseja eleições diretas, é a maioria da população que as quer, todas as pesquisas de opinião o revelam.

Até Ronaldo Caiado – Caiado é de esquerda, Noblat? –  as defende.

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E mais: “para o país não parar”? Onde, Noblat, você é capaz de ver o país andando. Com muito boa vontade e óculos cor-de-rosa poder-se-ia  (falo com as mesóclises para ver se Noblat, por isso, estende-me a condescendência que tinha com Temer, que era “até bonito” tempos atrás) dizer que “parou de piorar”, embora nem isso seja exato.

Vai se comprovando que o anúncio da renúncia de Temer que fez não era notícia, mas uma advertência “da casa”. Afinal, Noblat assume que fala por ela.

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Noblat já foi um dos mais respeitáveis analistas políticos da imprensa brasileira.

Presta-se, porém, em sua fase outonal, a ser um mero porta-voz dos donos do jornal.

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Até o Merval é mais discreto, Noblat.

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