New York Times: Congresso se rebela contra Dilma

Jornal norte americano afirma que Renan Calheiros e Eduardo Cunha poderiam estar banidos da vida pública num país democrático, mas no Brasil comandam o Congresso e lideram a ofensiva contra a presidente Dilma Rousseff; texto diz que PMDB se articula para aumentar seu poder e força Dilma a fazer as vontades do partido; "Em cada momento do escândalo das propinas, os líderes do PMDB atuam para erodir o poder da esquerdista Dilma", diz o NYT

Jornal norte americano afirma que Renan Calheiros e Eduardo Cunha poderiam estar banidos da vida pública num país democrático, mas no Brasil comandam o Congresso e lideram a ofensiva contra a presidente Dilma Rousseff; texto diz que PMDB se articula para aumentar seu poder e força Dilma a fazer as vontades do partido; "Em cada momento do escândalo das propinas, os líderes do PMDB atuam para erodir o poder da esquerdista Dilma", diz o NYT
Jornal norte americano afirma que Renan Calheiros e Eduardo Cunha poderiam estar banidos da vida pública num país democrático, mas no Brasil comandam o Congresso e lideram a ofensiva contra a presidente Dilma Rousseff; texto diz que PMDB se articula para aumentar seu poder e força Dilma a fazer as vontades do partido; "Em cada momento do escândalo das propinas, os líderes do PMDB atuam para erodir o poder da esquerdista Dilma", diz o NYT (Foto: José Barbacena)


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247 - Reportagem do jornal New York Times, assinada por Simon Romero, aborda a pressão sofrida pela presidente Dilma Rousseff (PT) durante o momento de instabilidade política enfrentado pelo governo federal. A pressão, destaca a reportagem, vem principalmente dos comandantes do Congresso, Renan Calheiros e Eduardo Cunha.

O texto começa relatando escândalos da dupla e afirma que em alguns países democráticos eles estariam banidos da vida pública, mesmo que nunca fossem condenados. 

"Mas não no Brasil, onde os homens que comandam o Congresso, permeado por escândalos, aumentam seu poder sobre a presidente atingida por escândalos, Dilma Rousseff", diz  o NYT.

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A reportagem mostra que o PMDB é o principal insurgente contra Dilma. O remédio que a presidente arrumou para amenizar a crise com o Congresso pode, aliás, ser um veneno. O escalado para a missão é o vice-presidente Michel Temer, presidente do PMDB. O New York Times diz que o peemedebista está "reforçando seu poder".

"Em cada momento do escândalo das propinas, os líderes do PMDB atuam para erodir o poder da esquerdista Dilma, adiando a adoção de algumas das medidas de austeridade propostas por seu ministro financeiro e impedindo a aceitação dos nomes indicados por ela para seu gabinete".

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