Neoliberalismo desfez em dois anos a ascensão social de seis

"Mesmo com o ingresso de um milhão de novas famílias ao ano, estimado nos cálculos, o número de famílias pobres (classes D/E, com renda familiar inferior a R$ 2.300 mensais) diminuiu em 3,28 milhões naquele período. Em dois anos de políticas recessivas e de arrocho, aumentou muito mais (4,1 milhões) do que havia diminuído em seis", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço

Brazil's President Michel Temer leaves a hospital in Brasilia, Brazil October 25, 2017. REUTERS/Ueslei Marcelino
Brazil's President Michel Temer leaves a hospital in Brasilia, Brazil October 25, 2017. REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Romulo Faro)


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247 - "Mesmo com o ingresso de um milhão de novas famílias ao ano, estimado nos cálculos, o número de famílias pobres (classes D/E, com renda familiar inferior a R$ 2.300 mensais) diminuiu em 3,28 milhões naquele período. Em dois anos de políticas recessivas e de arrocho, aumentou muito mais (4,1 milhões) do que havia diminuído em seis", escreve Fernando Brito no Tijolaço.

"É claro que os "analistas" acham que a crise passou, com base nos dados de redução de desemprego e de queda da inflação. Claro, também, que não levam em conta que isso se dá, essencialmente, com o crescimento do trabalho informal que, mesmo mal remunerado, faz crescer a massa de rendimentos totais", diz o jornalista.

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