Nelson Motta: extinção do Minc foi “demagogia barata”

"Na partilha do butim, disputando grandes obras e verbas, os novos donos do governo, que incorporou o pior dos que até ontem mamavam no governo Dilma, só se lembraram da cultura para fazer demagogia barata, “cortando” um ministério de orçamento irrisório e virtualmente quebrado. Uma irresponsabilidade política, uma inutilidade econômica e um desastre de marketing, previsível e desgastante", disse o colunista Nelson Motta 

"Na partilha do butim, disputando grandes obras e verbas, os novos donos do governo, que incorporou o pior dos que até ontem mamavam no governo Dilma, só se lembraram da cultura para fazer demagogia barata, “cortando” um ministério de orçamento irrisório e virtualmente quebrado. Uma irresponsabilidade política, uma inutilidade econômica e um desastre de marketing, previsível e desgastante", disse o colunista Nelson Motta 
"Na partilha do butim, disputando grandes obras e verbas, os novos donos do governo, que incorporou o pior dos que até ontem mamavam no governo Dilma, só se lembraram da cultura para fazer demagogia barata, “cortando” um ministério de orçamento irrisório e virtualmente quebrado. Uma irresponsabilidade política, uma inutilidade econômica e um desastre de marketing, previsível e desgastante", disse o colunista Nelson Motta  (Foto: Roberta Namour)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - Para o colunista Nelson Motta, a extinção do Minc foi “demagogia barata”: "Na partilha do butim, disputando grandes obras e verbas, os novos donos do governo, que incorporou o pior dos que até ontem mamavam no governo Dilma, só se lembraram da cultura para fazer demagogia barata, “cortando” um ministério de orçamento irrisório e virtualmente quebrado. Uma irresponsabilidade política, uma inutilidade econômica e um desastre de marketing, previsível e desgastante", disse.

"Com o país quebrado e urgências assustadoras, para o governo a cultura é um luxo, ou um lixo, uma sobremesa depois do almoço, se houver almoço. Não entendem que a indústria cultural é tão vital para o desenvolvimento do país como o comércio, a produção e os serviços. Sem cultura, diversão e arte, seremos uma nação de formigas produzindo como máquinas, comandados por cigarras que só sabem gastar e falar" acrescenta. 

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247