Nassif: Raquel Dodge caminha para se tornar uma PGR irrelevante
O jornalista Luis Nassif criticou a procuradora geral da República, Raquel Dodge. Ele listou quatro pontos em que a PGR se omitiu diante fatos e acusações graves contra políticos do PSDB; para ele, Dodge comporta-se como seu antecessor, Rodrigo Janot, "como caudatária da Lava Jato, o grupo constituído por juízes, procuradores, delegados e jornalistas"; "Em um momento único na redemocratização, com intervenção militar, abusos de toda ordem, parcialidade, justiçamento, Raquel Dodge caminha para se tornar uma PGR irrelevante", diz Nassif
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247 - O jornalista Luis Nassif criticou a procuradora geral da República, Raquel Dodge. Ele listou quatro pontos em que a PGR se omitiu diante fatos e acusações graves contra políticos do PSDB.
"Nenhuma atitude contra vazamentos que continuam ocorrendo. Nenhuma atitude mais drástica contra políticos tucanos. É vergonhoso que as informações sobre Paulo Preto tenham vindo espontaneamente da Suíça e até hoje ele não tenha sido incomodado. Nenhuma medida contra outros operadores públicos do PSDB, como Márcio Fortes e Ronaldo César Coelho. Nenhuma tentativa de abrir as contas de Verônica Serra, sabendo que um dos MO do pai consistia em lavar dinheiro através de seu fundo de investimento", diz Nassif.
Para Luis Nassif, Dodge comporta-se como seu antecessor, Rodrigo Janot, "como caudatária da Lava Jato, o grupo constituído por juízes, procuradores, delegados e jornalistas".
"Em um momento único na redemocratização, com intervenção militar, abusos de toda ordem, parcialidade, justiçamento, Raquel Dodge caminha para se tornar uma PGR irrelevante", diz ele.
Leia o texto na íntegra no Jornal GGN.
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