Nassif: JK pode ter sido assassinado

Jornalista Luis Nassif alertou, no Jornal GGN, para casos para precisam de esclarecimentos; "A saber: 1 A morte de JK. Um trabalho meticuloso de professores e alunos da Faculdade de Direito da USP, apontando diversos indícios de assassinato, foi ignorado pela Comissão Nacional da Verdade, que manteve a versão do acidente", disse; confira outros casos citados por ele

Jornalista Luis Nassif alertou, no Jornal GGN, para casos para precisam de esclarecimentos; "A saber: 1 A morte de JK. Um trabalho meticuloso de professores e alunos da Faculdade de Direito da USP, apontando diversos indícios de assassinato, foi ignorado pela Comissão Nacional da Verdade, que manteve a versão do acidente", disse; confira outros casos citados por ele
Jornalista Luis Nassif alertou, no Jornal GGN, para casos para precisam de esclarecimentos; "A saber: 1 A morte de JK. Um trabalho meticuloso de professores e alunos da Faculdade de Direito da USP, apontando diversos indícios de assassinato, foi ignorado pela Comissão Nacional da Verdade, que manteve a versão do acidente", disse; confira outros casos citados por ele (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - "As descobertas de Matias Spektor nos arquivos da CIA, de que os próprios presidentes militares ordenavam a execução de 'inimigos' do regime, torna verossímeis todas as suspeitas de mortes não explicadas do período. Os dois principais algozes foram Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo, presidentes da República", escreve o jornalista Luis Nassif, no jornal GGN. O blogueiro alertou para casos para precisam de esclarecimentos.

"A saber: 1 A morte de JK. Um trabalho meticuloso de professores e alunos da Faculdade de Direito da USP, apontando diversos indícios de assassinato, foi ignorado pela Comissão Nacional da Verdade, que manteve a versão do acidente. 2 A morte de Zuzu Angel. A figurinista havia se transformado na mais influente voz a denunciar as torturas e mortes da ditadura junto à opinião pública mundial", acrescenta. Jornalista alerta, ainda, a "morte de João Goulart". "A suspeita da troca de remédios para um paciente cardíaco".

Leia a íntegra no Jornal GGN

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