Nassif: cuidado com a tesoura do TSE

O jornalista Luis Nassif alertou nessa quarta-feira, 13, para o risco das propostas de coibir os fakenews, as notícias falsas, proposto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Não que não devam ser coibidos. A questão é o critério que será adotado", diz ele; Nassif questiona o que vai acontecer se o poder de veto couber ao Tribunal o Superior Eleitoral (TSE), sob o comando do ministro Luiz Fux. "Haverá discernimento para identificar os fake news em qualquer veículo, identificar apenas os veículos falsos ou investir contra a mídia da contracorrente?", questiona  

O jornalista Luis Nassif alertou nessa quarta-feira, 13, para o risco das propostas de coibir os fakenews, as notícias falsas, proposto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Não que não devam ser coibidos. A questão é o critério que será adotado", diz ele; Nassif questiona o que vai acontecer se o poder de veto couber ao Tribunal o Superior Eleitoral (TSE), sob o comando do ministro Luiz Fux. "Haverá discernimento para identificar os fake news em qualquer veículo, identificar apenas os veículos falsos ou investir contra a mídia da contracorrente?", questiona
 
O jornalista Luis Nassif alertou nessa quarta-feira, 13, para o risco das propostas de coibir os fakenews, as notícias falsas, proposto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Não que não devam ser coibidos. A questão é o critério que será adotado", diz ele; Nassif questiona o que vai acontecer se o poder de veto couber ao Tribunal o Superior Eleitoral (TSE), sob o comando do ministro Luiz Fux. "Haverá discernimento para identificar os fake news em qualquer veículo, identificar apenas os veículos falsos ou investir contra a mídia da contracorrente?", questiona   (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Luis Nassif alertou nessa quarta-feira, 13, para o risco das propostas de coibir os fakenews, as notícias falsas, proposto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Não que não devam ser coibidos. A questão é o critério que será adotado", diz ele. 

Nassif lembra que duas eleições atrás, a procuradora eleitoral Sandra Cureau denunciou uma única publicação, Carta Capital, por suposta propaganda eleitoral.

"E no primeiro dias após a eleição de Dilma Rousseff, o presidente do TSE Gilmar Mendes apresentar como crime grave até o enquadramento Contábil de máquinas de picotar papéis. Ficou nítido naquele julgamento que o TSE se tornou instrumento de poder, nessa algaravia que transformou cada órgão público em uma ilha de poder", afirma o jornalista. 

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Luis Nassif questiona o que vai acontecer se o poder de veto couber ao Tribunal o Superior Eleitoral (TSE), sob o comando do ministro Luiz Fux. "Haverá discernimento para identificar os fake news em qualquer veículo, identificar apenas os veículos falsos ou investir contra a mídia da contracorrente?", questiona.

"É bom acender uma luz amarela para essa decisão."

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Leia o texto na íntegra no Jornal GGN

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