Nassif critica silêncio de Raquel Dodge sobre ataque a universidades

O jornalista Luis Nassif criticou o silêncio da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, diante dos abusos praticados pela Polícia Federal contra as universidades brasileiras; "Aguarda-se que Raquel Dodge, Fernando Segóvia e Carmen Lúcia se pronunciem sobre os abusos em geral e definam regras que impeçam sua repetição. Não podem mais se eximir. Tem que se mostrar minimamente à altura dos cargos que ocupam", afirmou 

O jornalista Luis Nassif criticou o silêncio da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, diante dos abusos praticados pela Polícia Federal contra as universidades brasileiras; "Aguarda-se que Raquel Dodge, Fernando Segóvia e Carmen Lúcia se pronunciem sobre os abusos em geral e definam regras que impeçam sua repetição. Não podem mais se eximir. Tem que se mostrar minimamente à altura dos cargos que ocupam", afirmou 
O jornalista Luis Nassif criticou o silêncio da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, diante dos abusos praticados pela Polícia Federal contra as universidades brasileiras; "Aguarda-se que Raquel Dodge, Fernando Segóvia e Carmen Lúcia se pronunciem sobre os abusos em geral e definam regras que impeçam sua repetição. Não podem mais se eximir. Tem que se mostrar minimamente à altura dos cargos que ocupam", afirmou  (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Luis Nassif criticou o silêncio da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e do diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, diante dos abusos praticados pela Polícia Federal contra as universidades brasileiras.

"Houve um episódio trágico com o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Luiz Carlos Cancelier. Era o momento de uma afirmação de respeito às leis e de fim desses abusos. Era o momento de se posicionarem sobre o tema e mostrarem a que vieram", diz Nassif.

No episódio da operação da PF na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Nassif lembra que, para a juíza do caso, Raquel Vasconcelos Alves de Lima, há o agravante do Ministério Público Federal de Belo Horizonte não ter endossado a arbitrariedade da PF.

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"Em ambos os casos, há um evidente desvio de função e um desperdício de dinheiro público. No caso de Santa Catarina, para uma mera convocação de testemunhas – e já se provou que o reitor nada tinha a ver com o caso – convocaram-se 120 policiais de todo o país, viajando e recebendo diárias às expensas do Tesouro. Agora, foram 85 policiais", diz o jornalista.

"Aguarda-se que Raquel Dodge, Fernando Segóvia e Carmen Lúcia se pronunciem sobre os abusos em geral e definam regras que impeçam sua repetição. Não podem mais se eximir. Tem que se mostrar minimamente à altura dos cargos que ocupam. E salve a juíza Marjôrie Cristina Freiberger, que do seu cargo de juíza substituta em Florianópolis mandou libertar os presos da Operação Ouvidos Moucos. Ela foi muito maior do que Carmen Lúcia e tantos pavões que não estão à altura dos cargos que ocupam", afirmou.

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Leia o texto na íntegra no Jornal GGN.

 

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