‘Morte de Santiago não é atentado à imprensa’
Afirmação é da ombudsman da Folha de S. Paulo, Suzana Singer; "Não foi um ataque direcionado a Santiago. O rojão poderia ter atingido um policial, um transeunte, um manifestante. É diferente, por exemplo, de Tim Lopes", escreve a jornalista
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247 – É exagero afirmar que a morte do cinegrafista da Band Santiago Andrade foi um atentado à liberdade de imprensa, como fizeram editoriais da Folha de S. Paulo e do Globo, afirma a ombudsman da Folha em sua coluna deste domingo.
Suzana Singer compara: "Não foi um ataque direcionado a Santiago. O rojão poderia ter atingido um policial, um transeunte, um manifestante. É diferente, por exemplo, de Tim Lopes". A jornalista lembra que "Tim foi morto por ser jornalista; Santiago não".
Ela fala ainda em "linchamento midiático" contra os jovens Caio Silva de Souza e Fábio Raposo, presos pela morte de Santiago. E alerta para o fato de que é preciso "manter o sangue-frio para não perder a isenção no dimensionamento das notícias".
Leia aqui a íntegra de sua coluna.
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