Moro virou 'superministro' sem força, aponta Estadão
"Moro começa a perceber a diferença entre seu trabalho como juiz, cujas sentenças tinham de ser cumpridas, e como ministro, cujo poder depende do respaldo do presidente, de habilidade política e de apoio parlamentar. Sem nada disso, Moro é apenas uma marca de prestígio a representar um governo despreparado para entregar o que prometeu", aponta editorial do Estado de S. Paulo
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247 – Editorial do Estado de S. Paulo neste domingo comenta as derrotas do ministro Sergio Moro – em especial, a perda do Coaf para a Fazenda. "O mais espantoso foi que a goleada ocorreu porque o governo não se empenhou para proteger os interesses do “superministro” Moro, pois o único objetivo do Palácio do Planalto era aprovar o que restou da MP 870. Convém lembrar que Bolsonaro já havia feito concessões, como a recriação dos Ministérios das Cidades e da Integração Nacional, com vista a obter os votos do 'centrão'- o grupo de partidos que, quando candidato, Bolsonaro qualificou de 'a nata do que há de pior no Brasil", aponta o texto.
"Assim, Moro começa a perceber a diferença entre seu trabalho como juiz, cujas sentenças tinham de ser cumpridas, e como ministro, cujo poder depende do respaldo do presidente, de habilidade política e de apoio parlamentar. Sem nada disso, Moro é apenas uma marca de prestígio a representar um governo despreparado para entregar o que prometeu."
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