Moreno: sem Cunha não haveria impeachment

“Por analogia, se, no exercício do cargo, Eduardo Cunha cometeu desvios de conduta para favorecer a si próprio na Comissão de Ética, certamente que fez o mesmo para conduzir o processo de impedimento da presidente”, afirma o colunista do Globo Jorge Bastos Moreno 

“Por analogia, se, no exercício do cargo, Eduardo Cunha cometeu desvios de conduta para favorecer a si próprio na Comissão de Ética, certamente que fez o mesmo para conduzir o processo de impedimento da presidente”, afirma o colunista do Globo Jorge Bastos Moreno 
“Por analogia, se, no exercício do cargo, Eduardo Cunha cometeu desvios de conduta para favorecer a si próprio na Comissão de Ética, certamente que fez o mesmo para conduzir o processo de impedimento da presidente”, afirma o colunista do Globo Jorge Bastos Moreno  (Foto: Roberta Namour)


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247 - Será que, se o ministro Teori Zavascki não tivesse engavetado durante cinco meses a decisão sobre o afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara, o Senado estaria discutindo hoje o impeachment da presidente Dilma?, questiona o colunista do Globo Jorge Bastos Moreno.

Segundo ele, “por analogia, se, no exercício do cargo, ele cometeu desvios de conduta para favorecer a si próprio na Comissão de Ética, certamente que fez o mesmo para conduzir o processo de impedimento da presidente”.

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