Miriam Leitão vê 'questiúncula' na defesa do STF pelo juiz natural no caso Lula

Embora o princípio do juiz natural esteja consagrado no sistema penal brasileiro, e seja a base da decisão do Supremo Tribunal Federal que determina que casos relacionados ao presidente Lula em São Paulo sejam julgados pela justiça federal em São Paulo, e não por um tribunal de exceção no Paraná, Miriam Leitão, do Globo, vê esse ponto como uma "questiúncula"

Jornalista Míriam Leitão
Jornalista Míriam Leitão (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Embora o princípio do juiz natural esteja consagrado no sistema penal brasileiro, e seja a base da decisão do Supremo Tribunal Federal que determina que casos relacionados ao presidente Lula em São Paulo sejam julgados pela justiça federal em São Paulo, e não por um tribunal de exceção no Paraná, Miriam Leitão, do Globo, vê esse ponto como uma "questiúncula".

"Várias investigações de corrupção no passado foram sepultadas por detalhes levantados pelos advogados para se requerer a nulidade das provas. Inúmeras manobras deram certo. O Brasil poderia estar bem mais adiantado na luta contra a corrupção, se os tribunais superiores não tivessem derrubado os processos por questiúnculas", diz ela em sua coluna desta quinta-feira.

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