Mídia condena Dilma ao ostracismo eterno
Dilma Rousseff ainda é presidente da República e está apenas temporariamente afastada, mas as famílias Marinho, Frias e Mesquita, que controlam os três principais jornais do País, decidiram condená-la a uma espécie de desterro, cassando para sempre a sua voz; ontem, Dilma fez duras críticas ao estilo beligerante do novo chanceler José Serra, que comprou brigas com vários vizinhos, mas não mereceu nenhuma nota de rodapé nos jornais; barões da mídia pretendem torná-la invisível para que a sociedade tenha a percepção de que seu afastamento, ainda provisório, é definitivo
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247 – As famílias Frias, Marinho e Mesquita, que controlam os três principais jornais do País, fecharam um acordo, que consiste no seguinte: Dilma Rousseff não existe.
Embora ela ainda seja presidente da República e esteja apenas temporariamente afastada, os três principais jornais do País não dedicarão uma linha ao que ela tenha a dizer daqui para a frente.
Ontem, ela fez sua primeira importante manifestação, após deixar a presidência, condenando o estilo beligerante do chanceler interino José Serra contra os países vizinhos (leia aqui).
Dilma não mereceu, no entanto, nenhuma nota de rodapé nos jornais.
Com essa política editorial, os barões da mídia pretendem torná-la invisível para que a sociedade tenha a percepção de que seu afastamento, ainda provisório, é definitivo.
Para se tornar presidente efetivo, Temer precisará de 54 votos no julgamento do Senado – e sua margem é estreita, uma vez que teve apenas 55 na admissibilidade.
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