Merval: Formação de quadrilha deve cair

Colunista acredita que Supremo Tribunal Federal vá derrubar a acusação na AP 470 e que os condenados devem continuar como estão, no regime semiaberto; decisão do relator dos recursos, Luiz Fux, de ouvir pela segunda vez as sustentações dos advogados de cada réu, postergou a decisão

Colunista acredita que Supremo Tribunal Federal vá derrubar a acusação na AP 470 e que os condenados devem continuar como estão, no regime semiaberto; decisão do relator dos recursos, Luiz Fux, de ouvir pela segunda vez as sustentações dos advogados de cada réu, postergou a decisão
Colunista acredita que Supremo Tribunal Federal vá derrubar a acusação na AP 470 e que os condenados devem continuar como estão, no regime semiaberto; decisão do relator dos recursos, Luiz Fux, de ouvir pela segunda vez as sustentações dos advogados de cada réu, postergou a decisão (Foto: Roberta Namour)


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247 – O julgamento de embargos infringentes da Ação Penal 470 não foi encerrado ontem. O relator dos recursos, Luiz Fux sugeriu que, primeiro, os ministros ouçam, pela segunda vez, as sustentações dos advogados de cada réu que recorreram pelo crime de formação de quadrilha, o que ele classificou como uma "deferência para a defesa".

Para o colunista Merval Pereira a acusação deve cair.

Leia nota sobre comentário na CBN:

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Acusação de formação de quadrilha deve ser derrubada em julgamento do mensalão. E isso deve deixar os condenados como estão, no regime semiaberto. Já o caso do ex-deputado Eduardo Azeredo é um desafio para o relator, ministro Luiz Roberto Barroso. A tendência do STF tem sido encaminhar para a primeira instância os processos de pessoas que perdem o chamado "foro privilegiado". Mas, quando há indícios de que a renúncia se trata de uma manobra para postergar o julgamento, o Supremo pode manter o processo.

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