Merval aposta no 'quanto pior, melhor': queda do ajuste fiscal e golpe

"Se o Congresso não aprovar o ajuste fiscal, que é o que eu acho mais provável, ficará claro que a presidente não tem mais condições de governar, não tem base de apoio para fazer o mínimo que tem de ser feito. Neste caso, restará a ela uma saída espontânea, que ela pode ser obrigada a fazer", disse ele, em comentário na CBN; ontem, em entrevista a rádios do interior de São Paulo, Dilma afirmou que usar a crise para forçar uma mudança de governo é a "versão moderna do golpe"

"Se o Congresso não aprovar o ajuste fiscal, que é o que eu acho mais provável, ficará claro que a presidente não tem mais condições de governar, não tem base de apoio para fazer o mínimo que tem de ser feito. Neste caso, restará a ela uma saída espontânea, que ela pode ser obrigada a fazer", disse ele, em comentário na CBN; ontem, em entrevista a rádios do interior de São Paulo, Dilma afirmou que usar a crise para forçar uma mudança de governo é a "versão moderna do golpe"
"Se o Congresso não aprovar o ajuste fiscal, que é o que eu acho mais provável, ficará claro que a presidente não tem mais condições de governar, não tem base de apoio para fazer o mínimo que tem de ser feito. Neste caso, restará a ela uma saída espontânea, que ela pode ser obrigada a fazer", disse ele, em comentário na CBN; ontem, em entrevista a rádios do interior de São Paulo, Dilma afirmou que usar a crise para forçar uma mudança de governo é a "versão moderna do golpe" (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – "Se o Congresso não aprovar o ajuste fiscal, que é o que eu acho mais provável, ficará claro que a presidente não tem mais condições de governar, não tem base de apoio para fazer o mínimo que tem de ser feito. Neste caso, restará a ela uma saída espontânea, que ela pode ser obrigada a fazer", disse ele, em comentário na CBN.

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Ontem, em entrevista a rádios do interior de São Paulo, Dilma afirmou que usar a crise para forçar uma mudança de governo é a "versão moderna do golpe".

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"Esses método, que é querer utilizar a crise como um mecanismo para você chegar ao poder, é uma versão moderna do golpe", disse ela. "Acredito que tem ainda no Brasil, infelizmente, pessoas que não se conformam que nós sejamos uma democracia sólida, cujo fundamento maior é a legitimidade dada pelo voto popular", afirmou (leia mais aqui).

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