Mensalão tucano vira valerioduto mineiro em Veja

No final da tarde desta sexta-feira (7) ao noticiar o pedido da PGR de 22 anos de prisão para o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por peculato e lavagem de dinheiro no esquema conhecido como "mensalão tucano", a revista preferiu denominar o esquema como "valerioduto mineiro"; a expressão utilizada por Veja remete ao principal operador do esquema, o publicitário Marcos Valério, que teria desenvolvido ação semelhante no caso do mensalão petista; mas para a Veja, mesmo com personagens em comum, casos são tratados de forma bem diferente; ao tratar do PSDB, revista suaviza ao extremo

No final da tarde desta sexta-feira (7) ao noticiar o pedido da PGR de 22 anos de prisão para o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por peculato e lavagem de dinheiro no esquema conhecido como "mensalão tucano", a revista preferiu denominar o esquema como "valerioduto mineiro"; a expressão utilizada por Veja remete ao principal operador do esquema, o publicitário Marcos Valério, que teria desenvolvido ação semelhante no caso do mensalão petista; mas para a Veja, mesmo com personagens em comum, casos são tratados de forma bem diferente; ao tratar do PSDB, revista suaviza ao extremo
No final da tarde desta sexta-feira (7) ao noticiar o pedido da PGR de 22 anos de prisão para o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por peculato e lavagem de dinheiro no esquema conhecido como "mensalão tucano", a revista preferiu denominar o esquema como "valerioduto mineiro"; a expressão utilizada por Veja remete ao principal operador do esquema, o publicitário Marcos Valério, que teria desenvolvido ação semelhante no caso do mensalão petista; mas para a Veja, mesmo com personagens em comum, casos são tratados de forma bem diferente; ao tratar do PSDB, revista suaviza ao extremo (Foto: Valter Lima)


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247 - Com recorrentes truques editoriais para suavizar denúncias contra o PSDB, a Veja surpreende mais uma vez. No final da tarde desta sexta-feira (7) ao noticiar, através do seu site, o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) de 22 anos de prisão para o deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por peculato e lavagem de dinheiro no esquema conhecido como "mensalão tucano", a revista preferiu denominar o esquema como "valerioduto mineiro".

A expressão utilizada por Veja remete ao principal operador do esquema, o publicitário Marcos Valério, que teria desenvolvido ação semelhante no caso do mensalão petista, julgado na Ação Penal 470. No entanto, quando se trata do caso relacionado ao PT, a revista é uma das mais entusiastas no uso do neologismo "mensalão". De mesmo modo, a revista opta por fazer referência ao caso de Azeredo sem estabelecer qualquer relação com o PSDB, denominando-o de "mineiro" ao invés de "tucano". Com este tipo de atitude, a Veja só reforça suas reais intenções políticas.

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