Melo denuncia 'estupro constitucional' da Câmara

Segundo o colunista Ricardo Melo, "trapaças regimentais e espetáculos deprimentes transformam a Casa do Povo na Casa da Mãe Joana"; "No caldeirão do Cunha, cabe tudo. Mandato de cinco anos, fim da reeleição, doações empresariais, voto obrigatório. Quase passou o distritão, que transformaria as eleições de uma vez por todas em disputa de celebridades irrigada por dinheiro grosso. Uma pergunta: algum desses temas foi submetido ao cidadão que votou em vossas excelências?", questiona 

Segundo o colunista Ricardo Melo, "trapaças regimentais e espetáculos deprimentes transformam a Casa do Povo na Casa da Mãe Joana"; "No caldeirão do Cunha, cabe tudo. Mandato de cinco anos, fim da reeleição, doações empresariais, voto obrigatório. Quase passou o distritão, que transformaria as eleições de uma vez por todas em disputa de celebridades irrigada por dinheiro grosso. Uma pergunta: algum desses temas foi submetido ao cidadão que votou em vossas excelências?", questiona 
Segundo o colunista Ricardo Melo, "trapaças regimentais e espetáculos deprimentes transformam a Casa do Povo na Casa da Mãe Joana"; "No caldeirão do Cunha, cabe tudo. Mandato de cinco anos, fim da reeleição, doações empresariais, voto obrigatório. Quase passou o distritão, que transformaria as eleições de uma vez por todas em disputa de celebridades irrigada por dinheiro grosso. Uma pergunta: algum desses temas foi submetido ao cidadão que votou em vossas excelências?", questiona  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Ricardo Melo questiona as ações da Câmara dos Deputados na gestão de Eduardo Cunha (PMDB). “Trapaças regimentais e espetáculos deprimentes transformam a Casa do Povo na Casa da Mãe Joana”, diz.

Em artigo intitulado ‘estupro constitucional’, ele afirma que, sob a liderança do cruzado Eduardo Cunha, o plenário da Câmara vota a toque de caixa modificações que interferem no já limitado direito do povo de decidir os rumos do país.

“No caldeirão do Cunha, cabe tudo. Mandato de cinco anos, fim da reeleição, doações empresariais, voto obrigatório. Quase passou o distritão, que transformaria as eleições de uma vez por todas em disputa de celebridades irrigada por dinheiro grosso. Uma pergunta: algum desses temas foi submetido ao cidadão que votou em vossas excelências?”, questiona (leia mais).

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