Melo: Bom soldado, Nardes bate continência para Cunha

Segundo o colunista Ricardo Melo, ‘decisões ditadas por conveniências mostram que o TCU é instrumento da baixa política liderada por Eduardo Cunha’; segundo ele, Cunha conta com o relator Augusto Nardes para reprovar a administração Dilma: “Bom soldado, Nardes bate continência e vai em frente”; por trás das ações, diz, estaria a tentativa do peemedebista de escapar de indiciamento por propinas 

Segundo o colunista Ricardo Melo, ‘decisões ditadas por conveniências mostram que o TCU é instrumento da baixa política liderada por Eduardo Cunha’; segundo ele, Cunha conta com o relator Augusto Nardes para reprovar a administração Dilma: “Bom soldado, Nardes bate continência e vai em frente”; por trás das ações, diz, estaria a tentativa do peemedebista de escapar de indiciamento por propinas 
Segundo o colunista Ricardo Melo, ‘decisões ditadas por conveniências mostram que o TCU é instrumento da baixa política liderada por Eduardo Cunha’; segundo ele, Cunha conta com o relator Augusto Nardes para reprovar a administração Dilma: “Bom soldado, Nardes bate continência e vai em frente”; por trás das ações, diz, estaria a tentativa do peemedebista de escapar de indiciamento por propinas  (Foto: Roberta Namour)


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247 - Para o colunista Ricardo Melo, o TCU é um instrumento de baixa política liderada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o relator das contas de Dilma, Augusto Nardes, um bom soldado do peemedebista. Por trás das ações, diz, estaria a tentativa do peemedebista de escapar de indiciamento por propinas

‘Sem nenhum pudor, o relator empenha-se num périplo infatigável por todos os poderes. Nada a estranhar quando juízes, ministros do Supremo, procuradores, policiais e tantos outros alardeiam posições condenatórias pela mídia, em vez de falarem pelos autos. Os cínicos classificam esta afronta sistemática como prova de que as "instituições estão funcionando"’, ressalta.

E alerta: “Do ponto de vista da Justiça, a manobra de Cunha equivale a um tiro no pé. Elaborada para emparedar Dilma, acabou por absolvê-la de fato –mesmo sem entrar no mérito de que os recursos financiaram programas sociais de interesse de milhões de brasileiros” (leia mais).

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