Mello Franco: Serra faz a diplomacia do porrete

Colunista Bernardo Mello Franco destaca o primeiro dia de José Serra como ministro das Relações Exteriores, atacando os governos de cinco países e a direção da União das Nações Sul-Americanas, a Unasul; segundo ele, a beligerância do tucano tem um sentido óbvio: “Nomeado para uma pasta de pouca visibilidade, ele já conseguiu se projetar e garantir espaço nos jornais. A exposição é parte essencial do seu plano de ressurgir como candidato à Presidência da República em 2018 —pela terceira vez e não necessariamente no PSDB”

Colunista Bernardo Mello Franco destaca o primeiro dia de José Serra como ministro das Relações Exteriores, atacando os governos de cinco países e a direção da União das Nações Sul-Americanas, a Unasul; segundo ele, a beligerância do tucano tem um sentido óbvio: “Nomeado para uma pasta de pouca visibilidade, ele já conseguiu se projetar e garantir espaço nos jornais. A exposição é parte essencial do seu plano de ressurgir como candidato à Presidência da República em 2018 —pela terceira vez e não necessariamente no PSDB”
Colunista Bernardo Mello Franco destaca o primeiro dia de José Serra como ministro das Relações Exteriores, atacando os governos de cinco países e a direção da União das Nações Sul-Americanas, a Unasul; segundo ele, a beligerância do tucano tem um sentido óbvio: “Nomeado para uma pasta de pouca visibilidade, ele já conseguiu se projetar e garantir espaço nos jornais. A exposição é parte essencial do seu plano de ressurgir como candidato à Presidência da República em 2018 —pela terceira vez e não necessariamente no PSDB” (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Bernardo Mello Franco destacou o primeiro dia de José Serra como ministro das Relações Exteriores, atacando os governos de cinco países e a direção da União das Nações Sul-Americanas, a Unasul.

Segundo ele, a beligerância de Serra tem um sentido óbvio: “Nomeado para uma pasta de pouca visibilidade, ele já conseguiu se projetar e garantir espaço nos jornais. A exposição é parte essencial do seu plano de ressurgir como candidato à Presidência da República em 2018 —pela terceira vez e não necessariamente no PSDB”, diz.

“O tom inaugural do chanceler empolgou aliados, mas preocupou muitos diplomatas experientes. Parte da força do Brasil no exterior se deve ao esforço para manter a neutralidade e dialogar com todos os países. Essa aposta no "soft power" não combina com uma diplomacia do porrete”, conclui (leia aqui).

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