Mello Franco: se arrependimento matasse, ia faltar cemitério para tucanos
"Se arrependimento matasse, não haveria cemitério para tantos tucanos. Às vésperas da eleição, o PSDB lamenta suas escolhas nos últimos quatro anos. 'Nosso grande erro foi ter entrado no governo Temer. Fomos engolidos pela tentação do poder', resume o senador Tasso Jereissati"; assim, o jornalista Bernardo Mello Franco do jornal O Globo inicia sua reflexão sobre a aniquilação de um partido político cujas figuras como Serra, Aécio e Richa mergulharam em ostracismo profundo; para Mello Franco, o PSDB jogou fora sua última chance de voltar ao poder, com o apoio ao governo Temer
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247 - "Se arrependimento matasse, não haveria cemitério para tantos tucanos. Às vésperas da eleição, o PSDB lamenta suas escolhas nos últimos quatro anos. 'Nosso grande erro foi ter entrado no governo Temer. Fomos engolidos pela tentação do poder', resume o senador Tasso Jereissati". Assim, o jornalista Bernardo Mello Franco do jornal O Globo inicia sua reflexão sobre a aniquilação de um partido político. Para o jornalista, o PSDB jogou no lixo sua última chance de voltar ao poder, com o apoio ao governo Temer.
Mello Franco destaca a entrevista do tucano cearense de alta plumagem que demarca um divisor de águas na habitual prepotência do PSDB em se achar o dono da verdade. "(...) o tucano enumerou 'erros memoráveis' do partido. Todos cometidos a partir da reeleição de Dilma Rousseff, em 2014. “O primeiro foi questionar o resultado eleitoral. Começou no dia seguinte”, lembrou Tasso. Além de pedir a recontagem dos votos, o PSDB tentou barrar a posse da adversária no tapetão judicial."
Para Mello Franco, a autocrítica de Jereissati, "foi uma forma elegante de citar as denúncias contra o senador mineiro, gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista. Aécio foi salvo da degola pela ministra Cármen Lúcia, que deixou ontem a presidência do Supremo."
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