Mello Franco: posse de Temer remete ao golpe de 64

Colunista Bernardo Mello Franco afirma que a posse de Temer marca a mais brusca guinada ideológica na Presidência da República desde que o general Castello Branco vestiu a faixa, em abril de 1964 ; "o país passa ao comando de uma aliança com discurso liberal na economia e conservador em todo o resto. O eleitor não foi consultado sobre as mudanças. O cavalo de pau fica claro na escalação do ministério, que sugere desprezo à representação política das minorias", diz 

Colunista Bernardo Mello Franco afirma que a posse de Temer marca a mais brusca guinada ideológica na Presidência da República desde que o general Castello Branco vestiu a faixa, em abril de 1964 ; "o país passa ao comando de uma aliança com discurso liberal na economia e conservador em todo o resto. O eleitor não foi consultado sobre as mudanças. O cavalo de pau fica claro na escalação do ministério, que sugere desprezo à representação política das minorias", diz 
Colunista Bernardo Mello Franco afirma que a posse de Temer marca a mais brusca guinada ideológica na Presidência da República desde que o general Castello Branco vestiu a faixa, em abril de 1964 ; "o país passa ao comando de uma aliança com discurso liberal na economia e conservador em todo o resto. O eleitor não foi consultado sobre as mudanças. O cavalo de pau fica claro na escalação do ministério, que sugere desprezo à representação política das minorias", diz  (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o colunista Bernardo Mello Franco, a posse de Michel Temer deve marcar a mais brusca guinada ideológica na Presidência da República desde que o general Castello Branco vestiu a faixa, em abril de 1964.

"Após 13 anos de governos reformistas do PT, o país passa ao comando de uma aliança com discurso liberal na economia e conservador em todo o resto. O eleitor não foi consultado sobre as mudanças. O cavalo de pau fica claro na escalação do ministério, que sugere desprezo à representação política das minorias", diz

Ele cita a falta de mulheres no ministério e nomeações como a do secretário de Segurança de São Paulo Alexandre de Moraes na Justiça e as dos deputados Alberto Fraga e Laerte Bessa, da bancada da bala, e do ruralista Luis Carlos Heinze, que já se referiu a quilombolas, índios e homossexuais como "tudo que não presta" (leia aqui).

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