Mello Franco: Maia terá que provar que se livrou da influência de Cunha

"Uma conjunção improvável de fatores o transformou em presidente da Câmara. Isso só foi possível devido ao apoio da esquerda e à reação dos grandes partidos às manobras de Eduardo Cunha e do centrão", diz o colunista Bernardo Mello Franco; "Agora Maia terá que provar que se livrou da influência do correntista suíço e não usará o cargo para salvá-lo. Os gritos de 'Fora Cunha' que ecoaram ontem no plenário apontaram o caminho certo a seguir" 

"Uma conjunção improvável de fatores o transformou em presidente da Câmara. Isso só foi possível devido ao apoio da esquerda e à reação dos grandes partidos às manobras de Eduardo Cunha e do centrão", diz o colunista Bernardo Mello Franco; "Agora Maia terá que provar que se livrou da influência do correntista suíço e não usará o cargo para salvá-lo. Os gritos de 'Fora Cunha' que ecoaram ontem no plenário apontaram o caminho certo a seguir" 
"Uma conjunção improvável de fatores o transformou em presidente da Câmara. Isso só foi possível devido ao apoio da esquerda e à reação dos grandes partidos às manobras de Eduardo Cunha e do centrão", diz o colunista Bernardo Mello Franco; "Agora Maia terá que provar que se livrou da influência do correntista suíço e não usará o cargo para salvá-lo. Os gritos de 'Fora Cunha' que ecoaram ontem no plenário apontaram o caminho certo a seguir"  (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – "A eleição de Rodrigo Maia à presidência da Câmara representa uma dupla ressurreição: de seu partido, o DEM, e de seu clã familiar, que enfrentava uma fase de declínio na política carioca", diz o colunista Bernardo Mello Franco, no artigo Dupla Ressureição.

Agora, diz ele, seu desafio será mostrar independência em relação a Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

"Uma conjunção improvável de fatores o transformou em presidente da Câmara. Isso só foi possível devido ao apoio da esquerda e à reação dos grandes partidos às manobras de Eduardo Cunha e do centrão", afirma. "Agora Maia terá que provar que se livrou da influência do correntista suíço e não usará o cargo para salvá-lo. Os gritos de "Fora Cunha" que ecoaram ontem no plenário apontaram o caminho certo a seguir".

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