Mello Franco: Janot demorou 559 dias para agir contra Aécio

"O procurador Rodrigo Janot levou 559 dias e quatro delações para decidir investigar Aécio Neves na Lava Jato. O senador foi citado pela primeira vez em 21 de outubro de 2014. Naquele dia, Alberto Youssef ligou o tucano a estranhezas em Furnas", destacou o colunista Bernardo Mello Franco sobre o pedido de inquérito do PGR enviado ao STF contrao senador tucano

"O procurador Rodrigo Janot levou 559 dias e quatro delações para decidir investigar Aécio Neves na Lava Jato. O senador foi citado pela primeira vez em 21 de outubro de 2014. Naquele dia, Alberto Youssef ligou o tucano a estranhezas em Furnas", destacou o colunista Bernardo Mello Franco sobre o pedido de inquérito do PGR enviado ao STF contrao senador tucano
"O procurador Rodrigo Janot levou 559 dias e quatro delações para decidir investigar Aécio Neves na Lava Jato. O senador foi citado pela primeira vez em 21 de outubro de 2014. Naquele dia, Alberto Youssef ligou o tucano a estranhezas em Furnas", destacou o colunista Bernardo Mello Franco sobre o pedido de inquérito do PGR enviado ao STF contrao senador tucano (Foto: Roberta Namour)


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247 - "O procurador Rodrigo Janot levou 559 dias e quatro delações para decidir investigar Aécio Neves na Lava Jato. O senador foi citado pela primeira vez em 21 de outubro de 2014. Naquele dia, Alberto Youssef ligou o tucano a estranhezas em Furnas", destacou o colunista Bernardo Mello Franco sobre o pedido de inquérito do PGR enviado ao STF contrao senador tucano.

O pedido contra o presidente do PSDB teve como base a delação premiada do senador Delcídio do Amaral, mas também contou com novas informações prestadas pelo doleiro Alberto Youssef, que relatou que o tucano recebia valores mensais, por intermédio de sua irmã, da empresa Bauruense, contratada por Furnas.

Segundo o procurador, as informações "constituem um conjunto harmônico e apontam para a verossimilhança dos fatos descritos". Também deve ser ouvido o ex-diretor de Furnas Dimas Toledo, apontado por Delcídio como responsável por repasses de propina. Em nota, Aécio disse ter "convicção de que as investigações deixarão clara a falsidade das citações feitas" (leia aqui). 

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