Mello Franco: Ives Gandra não precisa se preocupar com a reforma que apoia
Um dia após o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Filho, defender o fim da CLT, o colunista Bernardo Mello Franco expõe a realidade paralela em que vive o magistrado; "No sistema brasileiro, Gandra pertence a uma casta superior: a elite do funcionalismo. Além do salário de R$ 30 mil, ele recebe R$ 6,5 mil em auxílios e gratificações. Em dezembro passado, seu contracheque chegou a R$ 85,7 mil, incluindo 13º, férias e um extra de R$ 3.300 por "instrutoria interna". Definitivamente, o ministro não precisa se preocupar com as consequências da reforma que apoia"
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247 - Em sua coluna nesta terça, Bernardo Mello Franco expõe como a fala do presidente do presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Filho, que afirmou que a mudança na lei vai resultar na redução de direitos sociais, deixou clara as mentiras do governo de Michel Temer.
"Nos últimos meses, o cidadão que tentou se informar sobre a reforma ouviu de Michel Temer que o governo não seria 'idiota' de restringir direitos. 'Não haverá nenhum direito a menos para o trabalhador", prometeu. A declaração de Gandra sugere que o idiota da história foi quem acreditou na palavra do presidente", escreve.
O colunista também chama a atenção do descolamento do ministro com a realidade dos trabalhadores. "
No sistema brasileiro, Gandra pertence a uma casta superior: a elite do funcionalismo. Além do salário de R$ 30 mil, ele recebe R$ 6,5 mil em auxílios e gratificações. Em dezembro passado, seu contracheque chegou a R$ 85,7 mil, incluindo 13º, férias e um extra de R$ 3.300 por "instrutoria interna". Definitivamente, o ministro não precisa se preocupar com as consequências da reforma que apoia."
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