Mello Franco: governo tira do social e blinda Parente

"O governo decidiu tirar do social para não mexer na política de preços da Petrobras. Isso significa que a blindagem de Pedro Parente continua intacta, mesmo depois de uma greve provocada por sucessivos aumentos nos combustíveis", avalia nesta sexta-feira, 1, o jornalista Bernardo Mello Franco

"O governo decidiu tirar do social para não mexer na política de preços da Petrobras. Isso significa que a blindagem de Pedro Parente continua intacta, mesmo depois de uma greve provocada por sucessivos aumentos nos combustíveis", avalia nesta sexta-feira, 1, o jornalista Bernardo Mello Franco
"O governo decidiu tirar do social para não mexer na política de preços da Petrobras. Isso significa que a blindagem de Pedro Parente continua intacta, mesmo depois de uma greve provocada por sucessivos aumentos nos combustíveis", avalia nesta sexta-feira, 1, o jornalista Bernardo Mello Franco (Foto: Aquiles Lins)


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247 - "O governo decidiu tirar do social para não mexer na política de preços da Petrobras. Isso significa que a blindagem de Pedro Parente continua intacta, mesmo depois de uma greve provocada por sucessivos aumentos nos combustíveis", avalia nesta sexta-feira, 1, o jornalista Bernardo Mello Franco. 

Ele listou uma série de áreas do governo que perderão recursos para bancar a redução no preço do óleo diesel, acordada com os caminhoneiros. "A equipe econômica cancelou despesas de mais de R$ 1,2 bilhão. Só o Ministério da Saúde vai perder R$ 160 milhões. Serão afetados os hospitais universitários, o atendimento às populações indígenas e a Rede Cegonha, que acompanha as gestantes", diz ele.

"Os números do Diário Oficial também mostram que o Planalto ignorou outras lições da crise. Para cobrir o subsídio do diesel, serão cortados mais de R$ 8 milhões em investimentos no transporte ferroviário e aquaviário. Essas verbas ajudariam a reduzir nossa dependência das rodovias — e o risco de um novo colapso quando os caminhoneiros voltarem a parar", avalia Mello Franco. 

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