Mello Franco: 'esperteza de Cunha tinha limites'

Para o colunista da Folha, o presidente da Câmara "cometeu erros primários", como usar seu passaporte para abrir uma conta secreta ou usar sua empresa de comércio religioso, a Jesus.com, "para ocultar uma frota de carros de luxo"; jornalista afirma ainda que, sobre a perda de aliados pelo deputado, que o tom da conversa nos últimos dias lembra uma velha máxima em Brasília: "políticos podem chorar no velório e até ajudar a carregar o caixão de um aliado, mas nunca se jogam na cova com ele"

Para o colunista da Folha, o presidente da Câmara "cometeu erros primários", como usar seu passaporte para abrir uma conta secreta ou usar sua empresa de comércio religioso, a Jesus.com, "para ocultar uma frota de carros de luxo"; jornalista afirma ainda que, sobre a perda de aliados pelo deputado, que o tom da conversa nos últimos dias lembra uma velha máxima em Brasília: "políticos podem chorar no velório e até ajudar a carregar o caixão de um aliado, mas nunca se jogam na cova com ele"
Para o colunista da Folha, o presidente da Câmara "cometeu erros primários", como usar seu passaporte para abrir uma conta secreta ou usar sua empresa de comércio religioso, a Jesus.com, "para ocultar uma frota de carros de luxo"; jornalista afirma ainda que, sobre a perda de aliados pelo deputado, que o tom da conversa nos últimos dias lembra uma velha máxima em Brasília: "políticos podem chorar no velório e até ajudar a carregar o caixão de um aliado, mas nunca se jogam na cova com ele" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Provas reveladas pela imprensa nos últimos dias e entregues ao Supremo Tribunal Federal contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "indicam que a decantada esperteza do deputado tinha limites", afirma o colunista Bernardo Mello Franco.

O jornalista aponta que Cunha "cometeu erros primários", como usar seu passaporte para abrir uma conta secreta na Suíça ou usar sua empresa de comércio religioso, a Jesus.com, "para ocultar uma frota de carros de luxo".

Sobre o "tom das conversas" em Brasília na última sexta-feira, Mello Franco lembra de uma velha máxima em Brasília: "políticos podem chorar no velório e até ajudar a carregar o caixão de um aliado, mas nunca se jogam na cova com ele". Cunha tem ficado cada vez mais isolado e o núcleo duro da presidente Dilma já prevê a queda dele em questão de dias.

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