Mello Franco enumera os recuos de Temer

Colunista Bernardo Mello Franco comenta os tropeços da equipe de Michel Temer; o ministro da Justiça defendeu mudanças no processo de escolha do procurador-geral da República e depois foi desautorizado; o ministro da Saúde mexeu em outro vespeiro ao propor a "revisão" do tamanho do SUS e teve de recuar; o corte dos ministérios deixou de poupar dinheiro público, porque a economia foi irrelevante, e comprou uma guerra com a classe artística

Colunista Bernardo Mello Franco comenta os tropeços da equipe de Michel Temer; o ministro da Justiça defendeu mudanças no processo de escolha do procurador-geral da República e depois foi desautorizado; o ministro da Saúde mexeu em outro vespeiro ao propor a "revisão" do tamanho do SUS e teve de recuar; o corte dos ministérios deixou de poupar dinheiro público, porque a economia foi irrelevante, e comprou uma guerra com a classe artística
Colunista Bernardo Mello Franco comenta os tropeços da equipe de Michel Temer; o ministro da Justiça defendeu mudanças no processo de escolha do procurador-geral da República e depois foi desautorizado; o ministro da Saúde mexeu em outro vespeiro ao propor a "revisão" do tamanho do SUS e teve de recuar; o corte dos ministérios deixou de poupar dinheiro público, porque a economia foi irrelevante, e comprou uma guerra com a classe artística (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Bernardo Mello Franco comenta os recuos recorrentes do governo interino de Michel Temer sobre as medidas anunciadas.
Ministro da Justiça defendeu mudanças no processo de escolha do procurador-geral da República e depois foi desautorizado. O ministro da Saúde mexeu em outro vespeiro ao propor a "revisão" do tamanho do SUS e teve de recuar.

Mello Franco ressalta que o corte dos ministérios deixou de poupar dinheiro público, porque a economia foi irrelevante, e comprou uma guerra com a classe artística, ao reduzir o Ministério da Cultura a um guichê da pasta da Educação.

“Aliados do peemedebista alegam que a sucessão de tropeços era inevitável, já que ele precisou montar o governo às pressas. A explicação não resiste a um exame do calendário. Desde que Temer declarou que o país precisava de alguém para "reunificá-lo", insinuando-se para a cadeira presidencial, passaram-se mais de nove meses. É o tempo de uma gestação », diz (leia aqui).

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