Mello Franco e o caso Cunha: nem toda unanimidade é burra

Colunista Bernardo Mello Franco comenta o placar de seis votos a zero do Supremo Tribunal Federal para enviar Eduardo Cunha ao banco dos réus pela Lava Jato; “Nem toda unanimidade é burra”, diz; “Cunha perdeu de goleada para o procurador Rodrigo Janot”, acrescenta; segundo ele, o voto do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, foi devastador; ele apontou indícios "robustos", "variados" e "seguros" da participação do deputado no que chamou de "engrenagem espúria" do esquema de corrupção na Petrobras

Colunista Bernardo Mello Franco comenta o placar de seis votos a zero do Supremo Tribunal Federal para enviar Eduardo Cunha ao banco dos réus pela Lava Jato; “Nem toda unanimidade é burra”, diz; “Cunha perdeu de goleada para o procurador Rodrigo Janot”, acrescenta; segundo ele, o voto do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, foi devastador; ele apontou indícios "robustos", "variados" e "seguros" da participação do deputado no que chamou de "engrenagem espúria" do esquema de corrupção na Petrobras
Colunista Bernardo Mello Franco comenta o placar de seis votos a zero do Supremo Tribunal Federal para enviar Eduardo Cunha ao banco dos réus pela Lava Jato; “Nem toda unanimidade é burra”, diz; “Cunha perdeu de goleada para o procurador Rodrigo Janot”, acrescenta; segundo ele, o voto do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, foi devastador; ele apontou indícios "robustos", "variados" e "seguros" da participação do deputado no que chamou de "engrenagem espúria" do esquema de corrupção na Petrobras (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Bernardo Mello Franco comentou o placar de seis votos a zero do Supremo Tribunal Federal para enviar Eduardo Cunha ao banco dos réus pela Lava Jato; “Nem toda unanimidade é burra”, diz. “Cunha perdeu de goleada para o procurador Rodrigo Janot”, acrescenta.

Segundo ele, o voto do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, foi devastador; ele apontou indícios "robustos", "variados" e "seguros" da participação do deputado no que chamou de "engrenagem espúria" do esquema de corrupção na Petrobras.

O colunista ressalta que a decisão do Supremo ajudou a formar outra unanimidade contra o peemedebista. Na Câmara, líderes de partidos rivais, como PT e PSDB, superaram as divergências para cobrar sua saída da presidência da Casa (leia aqui).

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