Mello Franco diz que Temer freou a guilhotina com medo do isolamento
Colunista Bernardo Mello Franco diz que Brasília amanheceu à espera de que Michel Temer demitisse o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves; a secretária da Mulher, Fátima Pelaes; ou o advogado-geral da União, Fábio Medina Osório; mas o presidente interino preferiu guardar a lâmina; “Como o governo está cheio de políticos sob suspeita, seria questão de tempo que Temer ficasse sem muita companhia no palácio”
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247 – O colunista Bernardo Mello Franco diz que Brasília amanheceu à espera de que Michel Temer demitisse o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves; a secretária da Mulher, Fátima Pelaes; ou o advogado-geral da União, Fábio Medina Osório.
Mas o presidente interino preferiu guardar a lâmina: ‘Desta vez, Temer arquivou a promessa de ser "implacável" e preservou o emprego dos subordinados. O presidente foi aconselhado a aliviar por dois motivos. Por um lado, a série de demissões reforçava a ideia de que ele não é capaz de garantir a estabilidade que faltou a Dilma Rousseff. Por outro, os partidos estavam começando a se insurgir contra a fritura de seus indicados’.
Segundo ele, “como o governo está cheio de políticos sob suspeita, seria questão de tempo que Temer ficasse sem muita companhia no palácio” – leia aqui.
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