Mello Franco: depoimento de Santana é um marco na Lava Jato

Para o colunista Bernardo Mello Franco, a confissão do publicitário João Santana de ter recebido US$ 4,5 milhões em caixa 2 na corrida presidencial de 2010 fornece novos elementos para entender como a aliança PT-PMDB se lambuzou no chamado “petrolão”; ele descreveu o caixa dois como “prática generalizada nas campanhas” e disse que empresários e empreiteiros sempre buscaram “caminhos extralegais” para financiar os partidos 

Para o colunista Bernardo Mello Franco, a confissão do publicitário João Santana de ter recebido US$ 4,5 milhões em caixa 2 na corrida presidencial de 2010 fornece novos elementos para entender como a aliança PT-PMDB se lambuzou no chamado “petrolão”; ele descreveu o caixa dois como “prática generalizada nas campanhas” e disse que empresários e empreiteiros sempre buscaram “caminhos extralegais” para financiar os partidos 
Para o colunista Bernardo Mello Franco, a confissão do publicitário João Santana de ter recebido US$ 4,5 milhões em caixa 2 na corrida presidencial de 2010 fornece novos elementos para entender como a aliança PT-PMDB se lambuzou no chamado “petrolão”; ele descreveu o caixa dois como “prática generalizada nas campanhas” e disse que empresários e empreiteiros sempre buscaram “caminhos extralegais” para financiar os partidos  (Foto: Roberta Namour)


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247 - Para o colunista Bernardo Mello Franco, o depoimento de João Santana ao juiz Sérgio Moro é um marco na Lava Jato. 

'A confissão do publicitário João Santana de ter recebido US$ 4,5 milhões em caixa 2 na corrida presidencial de 2010 fornece novos elementos para entender como a aliança PT-PMDB se lambuzou no chamado “petrolão”', diz.

Santana descreveu o caixa dois como “prática generalizada nas campanhas” e disse que empresários e empreiteiros sempre buscaram “caminhos extralegais” para financiar os partidos.

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“Acho que precisa rasgar o véu da hipocrisia que cobre as relações políticas eleitorais no Brasil e no mundo”, acrescentando que “ou faz a campanha dessa forma, ou não faz”. 

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