Mello Franco corrige Temer: não foi acidente

"Após se omitir sobre uma chacina de repercussão mundial, Temer tropeçou na própria língua. Segundo o "Houaiss", a definição mais comum de acidente é algo "casual, inesperado, fortuito". O banho de sangue em Manaus passou longe das três coisas", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco em sua coluna nesta sexta

Temer e Bernardo Mello Franco
Temer e Bernardo Mello Franco (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - "Após se omitir sobre uma chacina de repercussão mundial, Temer tropeçou na própria língua. Segundo o "Houaiss", a definição mais comum de acidente é algo "casual, inesperado, fortuito". O banho de sangue em Manaus passou longe das três coisas", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco em sua coluna nesta sexta.

"Depois de três dias em silêncio sepulcral, o presidente Michel Temer decidiu falar sobre o massacre no Amazonas. Ele classificou a matança de 56 detentos como um "acidente pavoroso". A declaração apavorou especialistas que se dedicam a estudar as prisões brasileiras.

A' fala do presidente foi infeliz, absurda e irresponsável', me disse a diretora da Human Rights Watch no Brasil, Maria Laura Canineu. 'A palavra acidente dá a ideia de algo imprevisto. Este massacre era uma tragédia anunciada', acrescentou."

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