Mello Franco cobra mesmo tratamento a Aécio, Serra e Alckmin

“A novidade é que a Lava Jato ganhou subsídios para investigar os repasses da Odebrecht a políticos de mais partidos, incluindo os de oposição. Nesta quarta (23), tucanos como Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin apareceram em planilhas da empresa ao lado de valores numéricos”, diz o colunista Bernardo Mello Franco; segundo ele, se derem o mesmo tratamento a todos, os investigadores derrubarão as acusações de partidarismo feitas nas últimas semanas

“A novidade é que a Lava Jato ganhou subsídios para investigar os repasses da Odebrecht a políticos de mais partidos, incluindo os de oposição. Nesta quarta (23), tucanos como Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin apareceram em planilhas da empresa ao lado de valores numéricos”, diz o colunista Bernardo Mello Franco; segundo ele, se derem o mesmo tratamento a todos, os investigadores derrubarão as acusações de partidarismo feitas nas últimas semanas
“A novidade é que a Lava Jato ganhou subsídios para investigar os repasses da Odebrecht a políticos de mais partidos, incluindo os de oposição. Nesta quarta (23), tucanos como Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin apareceram em planilhas da empresa ao lado de valores numéricos”, diz o colunista Bernardo Mello Franco; segundo ele, se derem o mesmo tratamento a todos, os investigadores derrubarão as acusações de partidarismo feitas nas últimas semanas (Foto: Roberta Namour)


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247 - Os armários da Odebrecht guardam dinamite suficiente para implodir os maiores partidos brasileiros. É o que ressalta o colunista Bernardo Mello Franco. “É por isso que Brasília tremeu com a notícia de que a empreiteira decidiu fazer um acordo de delação com a Lava Jato », diz.

Além da pressão sobre o PT e o governo Dilma Rousseff, ele destaca o listão de políticos supostamente beneficiados pelo esquema e propina do grupo.

“A novidade é que a Lava Jato ganhou subsídios para investigar os repasses da Odebrecht a políticos de mais partidos, incluindo os de oposição. Nesta quarta (23), tucanos como Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin apareceram em planilhas da empresa ao lado de valores numéricos”, diz.
Segundo ele, se derem o mesmo tratamento a todos, os investigadores derrubarão as acusações de partidarismo feitas nas últimas semanas (leia aqui).

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