Mello Franco: Barros mostrou que está em sintonia com a misoginia de Temer

Ao declarar que os homens vão menos ao médico porque "trabalham mais", o ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, "mostrou que está em sintonia com o chefe", Michel Temer, que "atrasou o relógio da história em quatro décadas ao nomear um ministério sem nenhuma mulher", diz o colunista; para ele, porém, "a incontinência verbal" não é o pior da gestão de Barros, que "defende abertamente os interesses das seguradoras , setor que forneceu o maior doador de sua campanha a deputado em 2014"

Ao declarar que os homens vão menos ao médico porque "trabalham mais", o ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, "mostrou que está em sintonia com o chefe", Michel Temer, que "atrasou o relógio da história em quatro décadas ao nomear um ministério sem nenhuma mulher", diz o colunista; para ele, porém, "a incontinência verbal" não é o pior da gestão de Barros, que "defende abertamente os interesses das seguradoras , setor que forneceu o maior doador de sua campanha a deputado em 2014"
Ao declarar que os homens vão menos ao médico porque "trabalham mais", o ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, "mostrou que está em sintonia com o chefe", Michel Temer, que "atrasou o relógio da história em quatro décadas ao nomear um ministério sem nenhuma mulher", diz o colunista; para ele, porém, "a incontinência verbal" não é o pior da gestão de Barros, que "defende abertamente os interesses das seguradoras , setor que forneceu o maior doador de sua campanha a deputado em 2014" (Foto: Gisele Federicce)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 – O ministro interino da Saúde, Ricardo Barros, deu mais uma de suas declarações retrógradas nesta quinta-feira 11, quando afirmou que os homens vão menos ao médico porque "trabalham mais" que as mulheres, o que contradiz dados do IBGE e da própria pesquisa que ele divulgou ontem à imprensa.

Para o colunista da Folha Bernardo Mello Franco, com a fala, Barros "mostrou que está em sintonia com o chefe", o presidente interino, Michel Temer, que "atrasou o relógio da história em quatro décadas ao nomear um ministério sem nenhuma mulher". Para Mello, porém, "a incontinência verbal" de Barros não é o que mais preocupa.

"O que mais preocupa é a forma como ele defende abertamente os interesses das seguradoras, setor que forneceu o maior doador de sua campanha a deputado em 2014", diz. "O ministro já afirmou que não cabe ao governo fiscalizar a qualidade dos planos privados. Em outra ocasião, criticou o fato de milhões de pacientes recorrerem à Justiça para receber atendimento médico", exemplifica.

continua após o anúncio

Leia aqui a íntegra.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247